O plano de saúde empresarial é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores e um fator decisivo para atração e retenção de talentos. Porém, quando falta gestão, ele se torna um custo imprevisível que não entrega a qualidade esperada.
Neste guia, você RH vai conhecer os 3 sinais de que os benefícios de saúde da sua empresa não entregam mais valor e aprender como revisar o contrato forma estratégica, equilibrando custo, qualidade e experiência do colaborador.
1. Custos crescentes com reajuste do plano de saúde, sem retorno na saúde do funcionário
O reajuste anual é esperado, mas reajustes muito acima da média de mercado que não reflitam em melhorias na rede credenciada e nos serviços prestados são sinais de desequilíbrio da sinistralidade do contrato.
Indicadores-chave: crescimento acelerado de coparticipação, das solicitações reembolso e uso de pronto-socorro.
Ações recomendadas: avaliação técnica do reajuste proposto pela operadora e simulação de cenários que inclua troca de modelo de contrato, rede credenciada e operadora.
2. Rede credenciada limitada que não atende à demanda do time
Poucos hospitais, dificuldade para agendar consultas e ausência de especialistas são problemas que afetam diretamente a experiência do colaborador. Que procura agilidade e atendimento humanizado. Para o RH, isso se traduz em insatisfação, reclamações recorrentes e uso indevido do pronto-socorro.
Indicadores-chave: aumento das reclamações sobre o plano de saúde, longos prazos para agendamento de consultas e exames e baixa adesão ao uso dos serviços oferecidos pelo plano de saúde.
Ações recomendadas: avaliação de redes alternativas por modalidade (hospitalar, ambulatorial e regional), renegociação da rede credenciada com a operadora do plano de saúde e buscar uma consultoria de benefícios que ofereça atendimento ágil e humanizado ao RH e ao colaborador.
3. Falta de programas de prevenção, bem-estar e saúde mental
Planos de saúde que não oferecem gestão de saúde, programas de prevenção de doenças e apoio psicológico deixam de cumprir seu papel de cuidado integral. Sem ações preventivas, os custos assistenciais aumentam sem controle, gerando mais casos de afastamentos e absenteísmo.
Indicadores-chave: aumento da entrega de atestados e de casos que exijam o afastamento do colaborador.
Ações recomendadas: implementação de programas de bem-estar e saúde mental, programas de acompanhamento de crônicos e campanhas de prevenção e cuidados preventivos com a saúde.
Como revisar o plano de saúde empresarial com estratégia e garantir previsibilidade?
Se sua empresa percebeu algum dos sinais acima, é provável que o plano atual não esteja entregando o valor esperado e seja o momento de realizar uma revisão técnica do plano de saúde empresarial.
A revisão estratégica do benefício de saíde exige um método que análise dados como sinistralidade, coparticipação, utilização de reembolso, perfil demográfico do time e comportamento de uso. Esta análise é capaz de indicar desperdícios, gargalos e oportunidades de otimização.
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